quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Crepúsculo de Stephenie Meyer


A trama de Crepúsculo se divide basicamente em dois momentos distintos. Primeiro, há uma típica situação da adolescência, depois entram os elementos de horror. A protagonista Isabella Swan é uma garota de 17 anos que está de mudança para pequena e melancólica a cidade de Forks, onde viverá com o pai, longe de sua mãe, porém com a esperança de ter um carro próprio. Bella, como prefere ser chamada, não curte muito uma vida social, preferindo passar horas na biblioteca buscando livros antigos, sem o contato de outros jovens - que ela considera insuportáveis. A garota havia conseguido ficar incógnita na Califórnia, mas numa cidade pequena em que todos se conhecem, logo vira alvo da atenção dos garotos do colégio e faz até algumas amigas, enquanto sua mãe enche a caixa de mensagens eletrônicas a cada cinco minutos. A situação muda completamente com o contato de um grupo ainda mais estranho que o normal, até para os padrões dessa idade.

Meyer não tenta explorar de forma apelativa ou exagerada os dramas da adolescência, pois está ciente da força que o tema já possui. O livro não vem recheado de padrões de comportamento sexual doentio, mas também não tenta passar lições de boa conduta. Seu mérito ao tratar da juventude e seus problemas está mesmo numa realidade em que, por mais bem intencionada que seja uma garota, ela acaba agindo de forma cruel, manipuladora e provocando dor a quem está próximo. Quando é apresentada a família Cullen, aparentemente um grupo de colegas que permanece isolado nos intervalos entre as aulas, Bella sente-se inexplicavelmente atraída por eles, e a partir de então explode uma saga de paixão e desejo com um perigo sobrenatural que coloca em risco a vida de todos os inocentes. Mais um ponto a se ressaltar, contudo, é o tom introspectivo de Crepúsculo. A autora não investe em cenas de violência gráfica, mantém o suspense em nível psicológico e envolve o leitor pela riqueza na caracterização e sentimentos de seus personagens.

Entre todos os aspectos, sobressai em Crepúsculo a paixão arrebatadora entre Bella e o vampiro Edward Cullen. Mais que uma história de vampiros colegiais, o livro narra uma trama poderosa de primeiro amor. Por não se basear em convenções do gênero, Meyer desenvolve conceitos próprios sobre o mito dos vampiros, inclusive o que chama no romance de “vegetarianos”, ou seja, aqueles que evitam se alimentar de sangue humano. Em verdade, tentam evitar, pois boa parte das emoções defloradas ao longo da narrativa versa sobre o desejo de Edward morder sua amada, e de ela desejar ser mordida! Paralelamente, como não poderia deixar de ser, há todo um universo de criaturas demoníacas, de vampiros a lobisomens, e logo o amor da jovem adolescente é ameaçado por predadores implacáveis. Ainda assim, mesmo quando o horror e o suspense tomam conta, o foco se mantém nos sentimentos.

Crepúsculo é o romance de estréia de Stephanie Meyer, sucesso absoluto de vendas, primeiro lugar na lista do New York Times, onde permaneceu durante mais de um ano, rendendo elogios diversos da crítica internacional, e teve três continuações já publicadas nos Estados Unidos. Mas seu mérito não está em números ou na consagração por especialistas, e sim no diálogo honesto e contundente que estabelece com o público adolescente. Num tempo em que os jovens são tratados muitas vezes como seres incapazes de pensamento inteligente e guiados por modismos infelizes, o romance acertou em cheio ao explorar suas angústias e paixões, garantindo identificação total. Essa é a literatura de qualidade que, voltada para qual for a faixa etária, tratando dos seres sobrenaturais que desejar, captura a mente, o coração e as aspirações humanas tal como uma mordida no pescoço por dentes afiados e sedentos de sangue.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Sonhos à um desamor.

Os meus sonhos, não são ilusões. Eu não consigo me iludir, seja sobre a vida, as pessoas, ou o tal amor que elas sequer sabem o que significa... Sou uma pessoa pronta para o sucesso, um alguém que não visa os lucros do alcance de suas metas, mas sim a satisfação de ter chegado lá.
É tão fácil escrever para confortar, é tão fácil aconselhar, servir seu ombro em uma bandeja de prata para aqueles com quem nos importamos... Hoje estou aqui para realizar! Sim, realizar, abrir os olhos, dar realidade aos sentimentos que você se julga digno e apto a calar, as sensações que fazem o ranger de dentes da sua alma parecer uma doce melodia! Hoje o dia não amanheceu você... Hoje o dia amanheceu DE você. E você não faz parte desta história, não mais uma vez, agora você é a figura expurgada, rejeitada, aflore tudo aquilo que a sociedade disse não, seja honesto consigo mesmo e não ludibrie de mentiras os olhos daqueles à quem você quer afastar com a sua felicidade... O mundo não precisa de você, por que eu preciso?
É difícil ditar as dores que absorve o coração, é fácil maquiá-las com sorrisos, silêncios e mesmo falso perdão. Não mais, não mais uma vez.
Cansei do vácuo inerte das discussões não obtidas, do descaso para com méritos arduamente concedidos... Agora tudo o que há no meu mundo são cinzas do que queimou em frente aos meus olhos, e eu não tive coragem de apagar. Agora tudo que resta DO meu coração são cinzas, as quais você sequer notou quando ainda eram pedaços de nós... Agora tudo o que tenho para consertar, é uma alma que arde em chamas quando sente a sua presença, é uma derme que vibra em direção à você para sentir a sua frígida temperatura. Tudo o que está aqui, são resquícios de um eu, que da vida nada sabe, que do amor nada aprendeu. Meu tudo se tornou obsoletamente o vazio de um amor transformado, de uma personalidade transtornada, somado à um espírito vazio de calor.
Eu seguirei amando, seguirei morrendo diariamente por seus olhos, mesmo custando-me até o último resquício dos meus sonhos.

by.xdaffyx

domingo, 17 de agosto de 2008

A favor do dia do sexo!!!
Iupiii, votem lá
http://www.diadosexo.com.br